domingo, 21 de julho de 2013

Divagando...
A história é o incalculável impacto das circunstâncias sobre as utopias e os sonhos... Neste sentido, faça a sua e não se meta na dos outros... Você pode até tentar ler meus textos no papel, na tela ou no que for à era da tecnologia, mas você nunca sentirá o impacto das palavras antes de eu dizê-las diretamente a você... Gosto de surpreender (mas não de ser surpreendida)... Esse negócio de ficar na mesmice, não é meu estilo. Gosto de ver a confusão e correr, de causar uma loucurinha e de senti-la no alto da montanha (ou se caso estiver sob efeito de entorpecentes), dentro de mim... Tudo fica mais alucinante, mais divertido, mais gostoso... É interessante ver o fulminar de uma decisão na vida das pessoas... Toda ação tem sua consequência num certo momento e o mal que passou hoje, vem de volta com o vento, caso tenha medo da tempestade, não desejes o pior a ninguém... Mas apenas os olhos da dor conseguem ver o mal, aqueles olhos de cor acinzentada, adormecidos e dotados de tamanho silêncio que devastariam sua cristaleira inteira se abrissem as pálpebras em um supetão... Um grito surdo e fatal... Mas a tristeza também é uma virtude, sem ela a alegria não teria descanso, o protesto não teria sentido, (a consciência não faria protesto, silenciaria, sem abrir as pálpebras)... Estou lentamente (por insistência) aprendendo a cair, sem nenhuma rede de segurança para amortecer o tombo... Já fez isso em casa? Eu já... Alguns hematomas e está tudo certo, nada de politicamente correto, se arrebente as vezes, faz bem, se não teve infância, se arrebente na vida adulta, torna as coisas menos responsáveis e chatas... Já esbofetearam minhas “verdades” diversas vezes, então eu as mudo, modernizo minhas certezas, e quer saber? Sempre surge algo aqui dentro que me surpreende, novo, infiel, mas conquistador... ( e confesso que as certezas enraizadas, já calejadas e cascudas, ficam comigo, até em noites frias, somos inseparáveis, mas mente aberta para o novo, ajuda a crescer meu amigo...) O mundo não seria o mesmo sem a trágica confusão que você causa, eu não me estressaria, nem o cara da padaria, nem o carinha do carro da frente buzinando como se não houvesse amanhã (sabe lá), nem a balconista da loja ( eu não tenho troco moça, e quer saber, não vou levar mais nada), nem a mulher que quebrou o salto (primeira prestação só em maio...), nem o pedreiro que estava com pressa e cimentou a calçada de qualquer jeito porque tinha que buscar o terceiro filho na creche, você sabe... (aí ela quebrou o salto...) Todos os dias experimentamos a teoria do caos, todo o tempo, tooooooooodo o tempo... Eu me irrito, você se irrita e todo mundo berra, toma café, conta uma fofoca e relaxa logo depois... Não somos responsáveis pelas nossas emoções, sentimos e pronto, se você acha errado, azar o seu, a responsabilidade não é sua, nem minha, é meio que... Cósmica (não sou mística mas jogo para o além o que não consigo e não quero explicar) mas sim do que fazemos com as emoções... E fala sério, há sempre algo de ridículo nas nossas emoções, algo bem cafona que aprendemos quando criança, um empirismo idiota que sempre deu certo (até hoje)... Todo o segredo da arte é talvez saber ordenar as emoções desordenadas e se você descobrir, me conta! Hoje e cada dia mais preciso me despir, ficar completamente nua dessa cordas e nós clichês e sem cabimento do que devemos ou não sentir, o big boss é você? Sou eu? Fala sério, eu sinto o que eu quero sentir ( e muitas vezes o que eu não quero), e se eu quiser correr peladona montada em um cavalo em pleno centro da cidade você achará estranho? Feio? Imoral? Já leu algo sobre a política hoje? Já viu alguém morrer de fome? Já viu uma velhinha ser espancada? Um animal revirando o seu lixo para comer? Já roubaram sua bolsa este mês para comprar craque? Já doou sua medula para alguém que precisa? Já fez algo de útil por este mundo perdido ou reclama sem parar no jornal nacional? (falando em jornal por que diabos você assiste essa M? Então não me julgue... Claro que tenho valores morais e um nome a zelar, mas isso é só um exemplo de um fato que me faria rir demais e repensar os verdadeiros valores morais, (a tênue linha entre a "loucura" e a "realidade" entraria em foco),talvez te motivasse a sorrir e desligar o big brother... David Borenstein disse certa vez que "Os sentimentos não devem ser lógicos. Perigoso é o homem que racionaliza suas emoções" (aplausos) e Clarice completa grandiosamente: "A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade"

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